Cléber Borges
Trabalho de base no futebol exige mudança de mentalidade e respeito às etapas de formação
Pressão por resultados, postura de “adultização” precoce e confusão entre o papel do professor e do treinador ainda comprometem o desenvolvimento saudável de crianças e adolescentes no futebol brasileiro
Olá Senhores, boa tarde.
Segue aí material português sobre trabalho de base no futebol.
Algo impensado no Brasil, onde desde muito cedo o foco é "jogar e vencer torneios e campeonatos".
Inclusive os pais, na grande maioria, pensam que seus filhos são jogadores e desenvolvem comportamentos de pressão por resultados.
Muitos professores acham que estão lidando com adultos, e mais parecem copiar o que treinadores fazem no profissional.
É preciso saber distinguir as diferenças e criar um ambiente onde exista "sim" a competição para crianças e adolescentes, mas onde eles tem a liberdade de errar e acertar, de aceitar os que estão mais desenvolvidos do mesmo modo que os sem desenvolvimento nenhum.
O papel do professor é diferente do treinador.
Enfim, acredito que todos possam evoluir sem queimar etapas, com metodologia fiel a cada faixa etária.
Leiam e tirem suas conclusões.
Deus abençoe!






COMENTÁRIOS